Se você me perguntar quais são os elementos mais importantes do design, eu responderia sem hesitar: Cores e Tipografia. As cores influenciam fortemente o humor dos visitantes e a percepção que elas têm do site, além de influenciar a permanência deles por mais tempo e a motivação para voltarem. As cores identificam os sites: se você aplicar um diferente esquema de cores ao mesmo site, você terá diferentes resultados:
* cores frias (azul, verde e roxo) dá uma aparência mais profissional, muitos sites de banco, por exemplo, usam cores verdes ou azuis.
* cores quentes (vermelho, laranja e amarelo) são excitantes e não é para todo mundo: aparentemente o vermelho aumenta a pressão arterial, essa cor deve ser usada com moderação afinal você quer ganhar a atenção dos visitantes e não assustá-los.
* cores neutras (cinza, preto, branco e bege) enfatizam outras cores ou suavizam cores que podem ser exageradas quando usadas isoladamente.
* Sites com boa tipografia não só têm uma aparência mais profissional, mas também torna o conteúdo mais legível. A maioria dos sites contêm mais textos do que imagens, então aprender princípios de uma boa tipografia é essencial para designers.Se você me perguntar quais são os elementos mais importantes do design, eu responderia sem hesitar: Cores e Tipografia. As cores influenciam fortemente o humor dos visitantes e a percepção que elas têm do site, além de influenciar a permanência deles por mais tempo e a motivação para voltarem. As cores identificam os sites: se você aplicar um diferente esquema de cores ao mesmo site, você terá diferentes resultados:
* cores frias (azul, verde e roxo) dá uma aparência mais profissional, muitos sites de banco, por exemplo, usam cores verdes ou azuis.
* cores quentes (vermelho, laranja e amarelo) são excitantes e não é para todo mundo: aparentemente o vermelho aumenta a pressão arterial, essa cor deve ser usada com moderação afinal você quer ganhar a atenção dos visitantes e não assustá-los.
* cores neutras (cinza, preto, branco e bege) enfatizam outras cores ou suavizam cores que podem ser exageradas quando usadas isoladamente.
* Sites com boa tipografia não só têm uma aparência mais profissional, mas também torna o conteúdo mais legível. A maioria dos sites contêm mais textos do que imagens, então aprender princípios de uma boa tipografia é essencial para designers.
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O designer gráfico é o profissional habilitado a efetuar atividades relacionadas ao design gráfico. Logo, o designer gráfico é aquele profissional que traz ordem estrutural e forma à informação visual de maneiras diversas em meios diversos. Exemplos de produtos do trabalho de um designer gráfico são as páginas diagramadas de um livro ou uma revista, a configuração visual de uma página na internet, logotipos de empresas e instituições, fontes tipográficas, entre outros. O escopo de sua atividade pode também se estender à reflexão das possibilidades de estruturação visual das mensagens e sua repercussão social: assim como um arquiteto não apenas projeta edifícios mas também reflete acerca da organização do contexto urbanístico de um assentamento humano, é papel do designer gráfico não apenas desenvolver soluções visuais de comunicação, mas também refletir acerca do atual âmbito de produção e consumo de mensagens. São de relevância para o designer gráfico exercer sua atividade o domínio sobre as tecnologias que lhe servem de ferramenta, e a construção de um repertório visual e de cultura geral amplos.
O termo, a princípio, descreve habilitações diversas que mantêm uma formação ou prática semelhante. Portanto, webdesigner, editor de arte e diagramador, por exemplo, seriam diferentes tipos de designers gráficos. O mais importante para definir a área de atuação de um designer gráfico é perceber a natureza dessa atuação e se ela é relacionada à acepção geral do termo design gráfico.
O questionamento do caráter artístico do design é uma das questões que tradicionalmente mais preocupam os jovens que se deparam com os seus problemas conceituais pela primeira vez. A resposta mais simples à questão "o design é uma arte?" é "não": design não deve ser chamado de arte, considerando a forma como a história da arte moderna e contemporânea encara o design. Isso porque a partir do século XIX o termo "arte" ganhou um sentido ideológico ligado a uma produção material individualista e transcendente, enquanto que o design defendia uma atividade funcional que atendesse à sociedade. No século XIX novas necessidades sócio-económicas levaram a uma separação nas atividades ditas artísticas, havendo a partir daí uma diferenciação gradual, mas bastante evidente, entre designers e artistas plásticos.
É importante entendermos que "arte" não precisa ser um termo restritivo ligado a qualquer atividade profissional. E. H. Gombrich, famoso historiador de arte, procurava em sua obra não produzir uma leitura relativista da arte, daí a afirmar que "nada existe realmente a que se possa dar o nome de Arte". Ou seja, arte é um valor, e não um fenômeno da natureza. Qualquer coisa pode ser chamada de arte desde que alguém a considere assim, não precisa ter sido feito por um artista plástico, ou um designer.